Agenda (Atualizada em 30/05)

Postado em Uncategorized em 19 19UTC maio 19UTC 2011 por 21veroes

[JANEIRO]
15/01 – Dance Day @ MASP
15/01 – Total Terror DK + Ketamina + Skarrapatos KO @ Sattva Bordô
22/01 – Chuva Negra + Inside Shout + Jack´s Revenge @ Ferraz
29/01 – Inside Shout + Long Way + Decore @ Sattva Bordô 

[FEVEREIRO]
05/02 – Dance of Days + Rancore + Inside Shout @ Estação Jovem
12/02 – Chuva Negra + Katrina + H.E.R.O @ Sattva Bordô
13/02 – Jack’s Revenge + Dellaware @ Sattva Bordô
19/02 – Dance of Days @ Cerveja Azul
20/02 – Dream’s + Inside Shout + Jack’s Revenge @ Empório
26/02 – Jack´s Revenge @ Sattva Bordô

[MARÇO]
06/03 – Dance of Days + Chuva Negra @ Pq da Juventude
20/03 – Staycore @ Lolla
 
[ABRIL]
03/04 – Dream’s + Staycore @ Central Rock Bar
09/04 – Jack’s Revenge + Nene Altro e o Mal de Caim @ Galeria Olido
16/04 – Jack’s Revenge + Nene Altro e o Mal de Caim @ Estação Jovem
 
[MAIO]
15/05 – Inside Shout + Depois do Fim @ Central Rock Bar
20/05 – Jack’s Revenge + FAI @ Hangar 110
28/05 – Dance of Days + Inside Shout @ Coliseu, Santos

[JUNHO]

03/06 – Inside Shout @ Hangar 110
04/06 – Dance of Days @ Hangar 110
05/06 – Dance of Days @ Hangar 110
10/06 – Inside Shout + FAI @ Luar Rock Bar
12/06 – ♥

[JULHO]
02/07 – Dance of Days + Inside Shout @ Mogi das Cruzes
16/07 – Plastic Fire + Zander @ Hangar 110
23/07 – Dance of Days @ Outs
 
[AGOSTO]
07/08 – Jack’s Revenge + Dance of Days @ Ferraz de Vasconcelos
13/08 – Dance of Days @ Cerveja Azul

Postado em Uncategorized em 3 03UTC maio 03UTC 2011 por 21veroes

Postado em Uncategorized em 25 25UTC abril 25UTC 2011 por 21veroes

Uma vez eu li que a saudade só é saudade quando alguém deixa outrem ciente que o primeiro sente a falta do segundo, sabe? Sendo assim, venho aqui declarar e concretizar algo intangível assim – que ao tornar tangível, torço eu para que também se torne mortal – que as vezes deixa a gente meio bobo, nostálgico e sentido a falta daquilo ou daquele ou de ambos que lá pelas tantas da noite deixa a gente assim, meio com vontade de em silencio dizer uma porção de palavras e ficar até tarde acordando cedo para – escrever palavras que não se sabe se realmente existem, como a que virá agora – planejadamente sem querer, encontrar um meio de puxar conversa com alguém que se conhece há séculos, que de tão bem se lembrar como se conheceram, as vezes se enganam: as datas, as horas, os locais, os motivos. Tantas versões diferentes que se unificam em uma só, para depois bifurcar e dali gerar tantas outras, quem sabe. É que com o tempo, por mais que a memória seja boa, algumas coisas realmente se perdem, e não falo dos detalhes, detalhes que são detalhes de verdade nunca se deixam passar assim despercebidos, imagina, as coisas para serem passadas são aquelas grandes, que todo mundo vê e de tanto ver, passam. Detalhes não, nunca. Uma frase numa camisa, um msn num guardanapo, uma frase engraçada dita numa loja de cds, um show gratuito numa praça no centro da cidade, ou de repente, tudo isso junto. Não, isso não se pode deixar passar, de fato. São coisas “bobas” demais para se passar, coisas assim merecem mais que isso, então memória, por favor, colabore. É que eu sei, eu sei, tão poucas coisas ficam impressas na mente que a gente às vezes fica na duvida se realmente aconteceram e se realmente findaram da forma que a gente lembra. Como aquelas músicas que a gente não houve há um tempo e depois, ao ouvir novamente começa a confundir as palavras que terminam com a mesma silaba, mesmo não rimando. E a vida me parece meio assim também, a gente vai trocando uma coisa aqui, uma coisa ali e no final, sempre rima. Como numa musica, mesmo que seja fora do ritmo, meio que sem tom, sem melodia. Tem gente que não sabe cantar, outras não sabem viver. Não sei ainda a qual grupo pertenço. Na verdade, sei de poucas coisas, uma delas é que se a saudade fosse mortal, hoje, sem duvida eu a mataria. Com um abraço. Sem peso nem culpa.

Postado em Uncategorized em 11 11UTC março 11UTC 2011 por 21veroes

Bom, é hora de falar um pouco de uma pessoa.

Estou um pouco sumido daqui né? Pra variar, tenho motivos, ou quem sabe, tenho desculpas, afinal motivo e desculpas pra mim são quase sempre a mesma coisa dependendo de quem ouve, assim como a maldade, que existe nos olhos de quem a vê. Enfim.

Sexta-feira eu fui pra faculdade, cheguei mais cedo em casa e fiquei por aqui mesmo, sábado eu acordei tarde, com frio e resfriado, ou seja: cama e filme, foi bom, acho que estava precisando de um pouco disso, trancar as portas e dizer pro mundo que morremos, sabe?! Vi Entrevista com o Vampiro (mais uma vez), joguei Counter Strike e dormi, dormi, dormi e dormi um pouco mais, até agora estou um pouco ainda bêbado de sono, tava sentindo falta disso, sério. Domingo rolou o show do Dance of Days, Chuva Negra, End Hits, Otavio Cavalheiro, Que fim Levou Valdir e Fortake no Parque da Juventude, onde era o presídio do Carandiru. Show bem legal, bastante gente conhecida e tudo o mais, algumas pessoas que eu nem sabia que iam colar lá apareceram e o melhor, vieram me cumprimentar, pode parecer drama e tudo o mais, mas acho mó chato isso de a pessoa falar com vc direto pela net e quando te vê pessoalmente passa do seu lado como se nem conhecesse, até sei como é isso, pois confesso, já fiz isso, mas por não “conhecer” mesmo a pessoa e não ter intimidade, então nem falo, mas já perdi a conta de quantas vezes algumas pessoas já passaram do lado e fingiram que não conhecem, ou pior ainda, te conhecem a anos pessoalmente e só porque eu to com outra pessoa agora, não vêm falar e tal, acho frescura e criancice, sério, mas cada um cada um. Outra coisa que me deixa chateado é isso de algumas pessoas quererem dar lição de moral sendo que ela não é, nunca foi e dificilmente será bom exemplo de alguma coisa pra alguém. Não, eu não sou bom exemplo também, disso eu sei e não preciso que ninguém venha dizer nada pra mim e me arrependo de coração de ter dado alguma justificativa, afinal da minha vida cuido eu, muito obrigado. E não vou e não quero e não preciso citar nomes aqui, se a carapuça servir, fique a vontade, mesmo que talvez – e bem provável – que a pessoa nem leia isso aqui. Eu sempre gosto de chegar cedo em shows pra ver o som das outras bandas antes da “banda principal”, mas nesse show eu fiz questão de dar uma atrasada e chegar lá perto da hora em que as bandas que eu realmente queria ver iriam tocar, sei la, to meio cansado disso tudo e de muitas pessoas que sério, fazem o role perder o propósito. Mas lá estava eu. O show do Chuva Negra foi foda, pra variar, me fez até lembrar do clipe de Revisando Conceitos do Fullheart em uma parte: muvuca, sem palco, todo mundo cantando junto e tudo o mais, curti o show, apesar de tudo. Na hora do Dance of Days eu mais uma vez me vi desmotivado a ficar lá na frente, talvez eu esteja sendo fresco demais ou sei lá o que tem ocorrido, mas tenho percebido que o pessoal que ta colando nos shows do Dance estão muito causões, sério, parece que o pessoal vai nos shows só pra causar e incomodar, ultimamente ta tenso, não to me sentindo de boa nos shows, sério. Só sei que metade pro fim do show eu fiquei lá no fundo, cantando na minha e tal, e olha que eu tava afinzão que curtir esse show. Segunda eu fui no cinema ver “Esposa de Mentirinha” com a Mariana e até que curti o filme e tal, friozinho legal pra ficar no cinema com meu suco e minha pipoca. Terça eu aproveitei o carnavalzão e fiz o que se tem que fazer no carnaval: descansar. Quarta-feira depois do meio dia eu fui na assistência técnica da Canon pra levar a minha lente do kit que estava com problema no flexível do auto-foco, segundo a mulher que fez a avaliação, um pouco menos de dinheiro na conta do Fabrício e bem provável que eu fique de molho no final de semana sem fotos. Depois fui no Shopping Light com a Mariana, lugar esse que já me rendeu várias preocupações e quem sabe até algumas amarguras e angustias. Mas foi engraçado, depois de um tempo, pisar naquele chão que eu já tinha visto em uma foto, que Deus, me rendeu tanta coisa ruim. Passado: morto e enterrado como tudo de ruim que eu já passei. Depois fomos pro Tatuapé rir um pouco. Bom, hoje a rotina voltou: trampo, facul, academia e tudo o mais. E estou de volta aqui, bom, pelo menos por hoje.

Postado em Uncategorized em 25 25UTC fevereiro 25UTC 2011 por 21veroes

Se eu só me alimentasse do óbvio, nunca conjugaria o “é” no verbo “ser”…

Postado em Uncategorized em 24 24UTC fevereiro 24UTC 2011 por 21veroes

Acabam acontecendo algumas coisas engraçadas quando a gente se desafia a escrever sobre algum tema especifico. Na verdade isso acontece quando se vai escrever qualquer coisa eu acho, mas quando temos na cabeça um foco na escrita parece que isso fica sobressalente. Sempre que eu ponho na cabeça “escreverei sobre isso” a frase acaba parecendo mais um desafio do que de fato um objetivo, mas ainda assim me arrisco. Uma coisa que sempre me perguntam é se aquilo que eu escrevo é real, na maioria das vezes eu respondo que sim, mas que não são autobiográficas. Uma vez eu escrevi um post narrado em primeira pessoa, onde esse “eu” era preso. Então me perguntaram se aquilo tinha acontecido realmente comigo, chegou até a ser engraçado, sério. Eu costumo escrever coisas reais que quase nunca acontecem – só – comigo. Considero-me uma pessoa altamente influenciável quando estamos falando sobre escrita (quanto a opiniões eu sou teimoso como uma mula, confesso) então ao ler alguma coisa mais profunda, ou até mesmo nem tanta, eu já saio procurando pedaços de papeis para fazer anotações, as vezes me sinto até mal, parece até plágio, sei lá. Prova disso é o fato de eu escrever muito mais quando estou lendo algum livro, tomando o máximo de cuidado para não entrar muito no espírito daquilo que eu estou lendo, por medo de ficar parecida demais com aquilo que eu escrevo – e vice-versa. Se só os loucos escrevem, aqueles que lêem e escrevem pela leitura seriam o que?

Postado em Uncategorized em 21 21UTC fevereiro 21UTC 2011 por 21veroes

Hey, sua mãe nunca te ensinou que antes de entrar devemos sempre bater na porta? Não digo isso por etiqueta, educação ou qualquer coisa do tipo, digo isso pro seu bem, garotinho, lembre-se disso da próxima vez em que a sua mão imunda vir tocar a minha maçaneta, ok?! Mesmo que seja pelo lado de fora. Você pode abrir a porta e se deparar com algo que não te agrade, ou pior: com algo que te agrade, ou pior ainda: com aquilo que te agrade e te impeça de sair, ou imagine, pior ainda: com algo que te desagrade e por mais que você tente, eu não te deixe sair, por isso te digo: Cui-da-do! Assim mesmo, silabado e com exclamação no final. E cara, aqui não adianta pedir socorro, ouça a voz da experiência. Algumas coisas que funcionam no seu mundinho, aqui não fazem sentido algum, se bem que, no seu mundinho – ou naquele que você pensa existir – essas coisas também não funcionam. Se precisar mesmo de ajuda, nunca grite por socorro! Isso só fará com que todos se afastem com seus “deve ser assalto, estupro, alguém deve estar armado, corre, cada um com seus problemas, foda-se”, se quiser ajuda, grite por: “fogo”, “batida de carro, corram, venham ver”, “olha, um ex-BBB saradão aqui”, “a Mulher Melancia aqui com um fio enfiado no rabo, dançando” e essas coisas, aposto que vai juntar mais gente. Com o tempo, a gente vai aprendendo certas coisas, no tapa, mas aprende. Tenho mania de encher o copo de café e o deixar esfriar um pouco, isso se for no copo de plástico grande, daqueles brancos, eu só tomo café em copo de plástico se for naqueles brancos, depois de deixar esfriar um pouco, claro, se só tiver aqueles pequenos eu nem me arrisco a tomar, e eu explicaria o porque disso, mas não quero ver a sua cara enojada ao tomar café ao se lembrar dos meus porquês, mas não se preocupem, ninguém morrerá, eu acho. Estar certo de algo é outra coisa que nós aqui nunca devermos estar… eu acho.

Postado em Uncategorized em 18 18UTC fevereiro 18UTC 2011 por 21veroes

Chegamos numa sexta-feira de uma semana que foi composta somente de segundas. E cara, segunda é o pior dia do mundo, independente de que data for. Mas enfim, sobrevivi, eu acho. Se bem que Fevereiro em sim foi tenso. Bem verdade é que Fevereiro pra mim tem o paradigma de ser meio tenso mesmo antes de começar, assim como dezembros e janeiros e mais alguns meses que Meu Deus, eu tento nem pensar neles pra quando eles chegarem, se tocarem e irem embora ao ver que atenção nenhuma eu dei pra eles, igual quando tem alguém que quer ser “o engraçadinho da sala” na escola, sabe?! A receita sempre funciona: ignore-o e tudo acabará bem. Pois bem, tentarei fazer isso com esses dez últimos dias de Fevereiro que ainda faltam pra chegada de março, que, torço eu, seja melhor que esse mês que eu me arrasto à dezoito dias. Vamos lá Março, nem precisa se esforçar muito, não é mesmo? Acho que eu poderia explicar o motivo de eu não gostar de Fevereiro usando o mesmo motivo pelo qual não gosto de segundas: não tenho por que não gostar, apenas não gosto e pronto. Simples assim. Deve ser algo relacionado a ele ser muito flexível quanto aos dias que ele tem. Como assim ano bissexto? Ah Fevereiro, por favor, fique na sua, ok?! Ou somado a isso, talvez tenha algo a ver com o carnaval, que também muda de mês, o desse ano por exemplo, será no mês que vem. Ouviu Março? Retiro o que eu disse sobre não precisar se esforçar, afinal o carnaval já ta chegando. E mês que vem ainda, o Verão acaba e começa o Outono. Coincidentemente ou não, foi no carnaval do ano passado em que eu assisti pela primeira vez o filme (500) Days of Summer, se bem que, no ano passado, o carnaval foi em Fevereiro e, veja Fevereiro, você me causando confusão mesmo já passado um ano disso tudo. Mais um ano em que Fevereiro se fez perecer.

Postado em Uncategorized em 15 15UTC fevereiro 15UTC 2011 por 21veroes

A falta de algo que muito tenho cuidado me fez revirar tudo aquilo que eu classifico como meu. Foram horas revirando caixas, folheando livros, cadernos, espantando traças e teias de aranha que ficam se acumulando pelos cantos, como o Renato disse uma vez. Achei tanta coisa, muita coisa daquelas que eu jurava ter jogado fora. E tenho certeza que algumas delas eu joguei mesmo, mas elas voltaram, sempre voltam. Relacionamentos mal resolvidos sempre resultam no efeito bumerangue, sempre. Não importa a força que se poe no arremesso, ele sempre volta. Numa caixa de papelão entre cadernos avulsos de alguns anos anteriores eu achei umas folhas amareladas, da Tilibra, de quando eu ainda usava caneta de ponta fina. Escrito ali algumas coisas que eu escrevi numa das épocas mais tensas da minha vida. Tava tudo ali no papel, alguns meses de lixo, de quarto fechado, de tv desligada e de computador sem internet, sem fotos e sem monitor, para não correr o risco, em todo o caso de. Bom, daquilo. Li umas duas vezes e coloquei novamente em algum lugar da caixa que eu procurei esquecer onde foi, para que eu qualquer dia desses possa encontrar sem querer, por ai, quando tiver na verdade procurando algo que, bom, já nem lembro o que era. Numa procura, quando não se tem nada a encontrar, qualquer coisa achada serve…

Postado em Uncategorized em 14 14UTC fevereiro 14UTC 2011 por 21veroes

E lá vamos nós pra mais um cafezinho…

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